quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Texto do atum:
Eu fiquei muito espantada, pois não é normal a comida falar.
Olá. Disse eu. Quando olhei para os lados estava toda agente a olhar para mim. deviam de estar a pensar que estava louca, porque ninguém fala com a comida. E o atum disse:
- Por favor não me comas, eu ainda sou muito novo tenho uma vida inteira pela frente. Se me comeres vais ficar com uma enorme dor de barriga e muito mal disposta. Eu nem liguei a conversa do atum. Como estava cheia de fome nem pensei duas vezes em come-lo... quando acabei de almoçar, paguei a minha conta e fui para casa. Mais ao menos ao fim de uma hora de estar em casa comecei a ter os sintomas que o atum me tinha dito. Mas pensei que passava logo. Fiquei muito arrependida de não ter dado ouvidos ao atum. Se não o tivesse comido, poderia ter evitado aquelas malditas dores de barriga. Passou-se mais um dia e eu continuava com as dores. Tive de ir ao centro, o médico receitou-me uns medicamentos e eu fiquei boa. Mas a partir desse dia passei a dar mais importância ao que me dizem.
Olá. Disse eu. Quando olhei para os lados estava toda agente a olhar para mim. deviam de estar a pensar que estava louca, porque ninguém fala com a comida. E o atum disse:
- Por favor não me comas, eu ainda sou muito novo tenho uma vida inteira pela frente. Se me comeres vais ficar com uma enorme dor de barriga e muito mal disposta. Eu nem liguei a conversa do atum. Como estava cheia de fome nem pensei duas vezes em come-lo... quando acabei de almoçar, paguei a minha conta e fui para casa. Mais ao menos ao fim de uma hora de estar em casa comecei a ter os sintomas que o atum me tinha dito. Mas pensei que passava logo. Fiquei muito arrependida de não ter dado ouvidos ao atum. Se não o tivesse comido, poderia ter evitado aquelas malditas dores de barriga. Passou-se mais um dia e eu continuava com as dores. Tive de ir ao centro, o médico receitou-me uns medicamentos e eu fiquei boa. Mas a partir desse dia passei a dar mais importância ao que me dizem.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Trabalho sobre o livro de Poesia: "Terra minha sonho meu"
Vou-vos falar sobre um poema da Maria Clara Nobre, este livro chama-se “Terra minha sonho meu” e o poema chama-se “Solidão”
Este é o poema:
Maria-menina
que sonha, que ri
que corre, que pula,
cabelos ao vento
e tantos Amigos...
Maria-mulher
ilusão desfeita,
já não sonha.
Respira da vida um sopro.
Já não corre, nem pula
Só se arrasta,
presa na teia, que a enredou.
Procura os Amigos.
A vida, ao longe, os terá.
Maria tão só.
Maria perdida,
Maria esquecida.
Este poema é sobre a solidão. Logo no inicio fala-nos sobre uma Maria- menina que é uma criança que corre e pula e anda com os cabelos ao vento, que tem muitos amigos e é feliz. Depois é sobre uma Maria- mulher que já não sonha, respira da vida um sopro, que já não corre nem pula, só se a arrasta. Que procura os amigos mas a vida ao longe os terá…
Opinião: Eu gostei de ler este poema, é engraçado. Para quem gosta de poesia, devia lê-lo… os poemas deste livro tem uma linguagem simples e fácil de se entender, pois Maria Clara Nobre trabalhava com crianças e estava habituada a fazer entender-se por crianças…
Autora: Maria Clara Nobre é uma escritora alentejana, e é professora, a maior parte dos seus livros foram escritos no Alentejo…
Maria esquecida.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Diário:
Olá meu parente diário:
Hoje fui ao restaurante e pedi arroz de marisco. O marisco estava estragado. Depois pedi bitoque, mas quando ia começar a comer caiu uma mosca no prato. Chateei-me e pensei que a comida não queria ser comida por mim. De seguida lembrei-me de quando fui à casa da Balbina Contente. Estava tudo muito diferente, vi um porco no teto. Fui à cozinha e estava lá a banheira que devia estar na casa de banho. No quarto estava o lava-loiça em cima da cama e na parede dizia:
“Hoje vi um cão
Que era muito lindo
E dei-lhe um bocado de pão
E disse-lhe: olha, que sejas bem-vindo.”
Decidi dizer-te esta quadra porque achei muito engraçada.
Às 18 horas fui à casa da minha prima e ela apresentou-me uma amiga que é famosa. E era a Diana Chaves, gostei muito de a conhecer, parece ser uma pessoa sociável. Nesse momento senti que estava a realizar um grande sonho.
Depois a minha amiga Madalena, ligou-me para eu lhe pedir um autógrafo.
Depois fui para casa e jantei um bom peixe assado com batatas cozidas e como estava muito cansada, pois tinha tive um dia atarefado.
Quando estava a dormir, sonhei que estava num tapete voador. O tapete era grande e triangular. Estava a limpar os sapatos e quando reparei estava nas nuvens a voar.
Lá em cima encontrei um grande amigo meu que já não o via há muito tempo. Deu para meter a conversa em dia.
Depois acordei e vi que era apenas um sonho e fiquei desiludida por não ser realidade.
E este foi o meu dia…
Adeus meu amigo diário.
Beijinhos até à próxima.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Tranalho sobre o livro:
A minha vizinha é uma feiticeira!
Carolina é uma rapariga que tem uma vizinha, que parece ser feiticeira. Ela pensa que ela é feiticeira porque a Sra. Pena que é o nome da vizinha dela faz coisas estranhas… tem um gato preto mas isso é normal há muitas pessoas que tem gatos pretos, ela tem uma vassoura na varanda e todos os dias ela a engraxa, e um dia a noite a Carolina viu a Sra. Pena a voar sobre a sua vassoura engraxada. Então ele decidiu contar o que pensava sobre a sua vizinha Pena a sua melhor amiga a Nanda. E elas tomaram uma decisão, ficarem a noite nas varandas das suas casas para verem se a Sra. Pena sai-a de casa na sua vassoura e saiu. Então um dia a noite assim que Pena saiu a Carolina a Nanda e o Damião que é o irmão de Carolina foram a casa da Pena para tentarem descobrir se a Sra. Pena era realmente uma feiticeira. Numa das divisões da casa ele tinha tantas flores que mais parecia um jardim… Enquanto eles estavam a ver o “jardim” derrepente a luz acendeu-se e era a Pena, eles ficaram cheios de medo, mas sem razões, porque a Pena ate ficou contente por eles a terem isso visitar. E eles ficaram todos muito amigos da Sra. Pena a partir dessa noite eles começaram a ir varias vezes a casa dela. Um dia ela contou-lhes que tinha uma casa no campo que lhe chamava a casa dos carvalhos e ate os convidou para eles irem passar lá um fim-de-semana e eles foram… Quem diria que uma feiticeira que a Carolina no principio ate tinham medo dela no fim fosse uma das suas melhores amigas!
Este livro foi escrito por: Véronique Nitsch. Esta escritora ja escreveu vários livros tais como: A primeira viajem de Zip, Aventura no gelo, O regresso dos dinossauros... Este livro foi traduzido por Vitor Rocha.
Eu gostei muito de ler este livro, é engraçado!
Imagem in: http://www.google.pt/imgres
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Poema:
É uma pessoa de estatura média
magra tem olhos azuis cor do mar
é muito divertida e gosta de comédia
gosta de passear a beira-mar
e tem muita pena de ser de estatura média
Não tem nada do que quer
sonha ser feliz
magra tem olhos azuis cor do mar
é muito divertida e gosta de comédia
gosta de passear a beira-mar
e tem muita pena de ser de estatura média
Não tem nada do que quer
sonha ser feliz
não tem familia
nem amigos sequer
mas todos a desprezão, essa é a verdade
então foi passear a cidade Encontrou uma moça e ficaram amigas
todos os dias falavam.
Fiquei feliz por ela ter encontado uma amiga!
Imagem in: .google.pt/imgres?q=olhos+azuis
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
L.P (Perido 5- 16:00 - 20:00)
As 16:00 – 20:00
As 17:00 – Fui ao facebook , e uma rapariga mais ou menos da minha idade fez-me um pedido de amizade e eu aceitei. Ela chamava-se Maria. Mas eu não tinha bem a certeza se a conhecia, ela meteu conversa comigo pelo chat e perguntou-me se eu a conhecia e eu disse que parecia-me que já tinha visto aquela cara em algum sitio mas não me lembrava onde nem quando. Depois ela teve-me a explicar que tinha-mos sido colegas na escola primaria e depois ela foi viver para o norte com os pais e nos nunca mais se vimos nem falamos L . E depois de ela me contra isso tudo eu já me lembrava bem dela… tivemos a falar das nossas vidas. Ela teve-me a contra que já era casada, tinha uma filha vivia em Lisboa com o marido e era medica. Eu também tive a contar coisas sobre a minha vida tais como: onde vivia, qual era a minha profissão… Ela perguntou-me como é que estavam os nossos antigos colegas e eu lá lhe tive a dizer. Depois ela pediu-me o meu número de telemóvel e eu pedi o dela que era para depois combinar-mos um fim-de-semana para se encontrar-mos. Enfim a amizade uma das melhores coisas que existe, e força da amizade vence todas as diferenças. Nos nunca pensamos que se fossemos encontrar pela internet, a isto se chama, amizade virtual.
As 18:00- Fui ver televisão.
As 19:00 a Maria mandou-me uma mensagem que dizia: a amizade é uma das mais comuns relações, que a maioria dos seres humanos tem na vida. A amizade pode ter como origem um instinto de sobrevivência da espécie, com a necessidade de proteger e ser protegido!
As 20:00- Fui jantar
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